ELE : Posso pagar-lhe uma bebida?
ELA : A bem dizer, prefiro que me de^ o dinheiro.
ELE : Viva ! Nao nos enconta'mos ja' uma ou duas vezes?
ELA : So' pode ter sido uma. Eu nunca cometo o mesmo erro duas vezes.
ELE : Onde e' que foi buscar tanta beleza?
ELA : Devem-me ter dado a sua parte.
ELE : Quer sair comigo no pro'ximo sa'bado?
ELA : Lamento. Vou estar com dores de cabeca.
ELE : Essa carinha deve dar a volta a muitas cabecas.
ELA : E essa deve dar a volta a muitos esto^magos.
ELE : Va'....nao seja ti'mida. Peca-me para dar uma volta.
ELA : Ok.... va' dar uma volta.
ELE : Acho que a podia fazer muito feliz.
ELA : Como? Vai-se embora?
ELE : Que me diria se eu lhe pedisse para casar comigo?
ELA : Nada. Nao consigo falar e rir ao mesmo tempo.
ELE : Pode dar-me o seu nome?
ELA : Porque^? Nao lhe deram ja' um?
ELE : Por onde tem andado, que so' agora a conheci?
ELA : A esconder-me de si.
ELE : Nao nos encontro'mos ja' num lugar qualquer?
ELA : Ja'. E' por isso que nunca mais la' fui.
ELE : Esse lugar ao seu lado, esta' vago?
ELA : Esta'. E se voce^ se sentar, este tambe'm.
ELE : O seu corpo e' como um templo.
ELA : Lamento, hoje nao e' dia de missa.
ELE : Se eu pudesse ve^-la nua, morria de felicidade.
ELA : Se eu o visse nu, morria de riso.